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Cinco fotos, cinco histórias


Um pouco do "por trás da foto" de algumas imagens que se destacam em meu portfolio


Abrir meus HDs com as fotos é quase como explorar uma caverna. Depois de mergulhar fundo vejo novidades, algumas coisas estranhas, fotos e histórias de momentos que já passaram, mas continuam a existir ali. Existem graças a um olhar, ao meu olhar. E talvez por isso me remetam à tantos sentimentos.


Resolvi escolher cinco fotos de relevância em minha carreira e comentar um pouco sobre elas. Um pequeno tour pela caverna:


1.

Jordy Smith _ Cacimba do Padre


Essa foto foi na minha primeira viagem para fotografar, Fernando de Noronha. O engraçado dessa viagem é que voltei meio incorfomado, achando que tinha feito um material medíocre e só depois de olhar com calma o arquivo que consegui ver algumas pérolas, como esse por-do-sol na Cacimba.


2.

Marcelo Trekinho _ Recreio dos Bandeirantes


Essa foto faz parte de uma série em que acordava super cedo para pegar esse contra-luz. A idéia original era conseguir enquadrar o sol nascendo na foto, mas nem sempre era possível. No caso, o sol entrando de lado, e não tão de trás, fez esse efeito no fundo da prancha, e o contra-luz continuou bonito. Valeu a pena acordar cedo, sempre vale.


3.

Nathan Fletcher _ Pipeline


Acredito que essa cena represente bem Pipeline, uma onda poderosa que quebra há poucos metros da areia. Quem já foi, sabe que nos dias bons muita gente fica na areia vendo e fotografando o mar. Tem até ônibus de turismo que chega no lugar abarrotado de gente que nunca ficou em pé em uma prancha. São alguns fatores que fazem dessa onda tão única.


4.

Junior Faria _ Zicatela


A praia de Zicatela, em Puerto Escondido, é ótima para fazer fotos, mas as vezes meio difícil de encontrar ângulos e quadros diferentes. Esse é um enquandramento que gosto de usar lá e acho que funciona bem, pois tira uma parte irrelevante do mar e mostra uma das características da costa mexicana: a areia.


5.

Zicatela - Puerto Escondido


Mais uma desse fundo de areia fantástico, dessa vez no fim de tarde. Acho essa a melhor luz para fotografar lá, mas o terral nem sempre sopra no fim de tarde. Ele depende da chuva chegar nas montanhas, que refresca o clima jogando o vento quente em direção a praia. Tem temporadas que não bate terral em nenhum dia a tarde, tem temporadas que é uma constante.


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